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Black Sabbath, era Tony Martin, “The Eternal Idol”

Nos últimos dias foi disponibilizado nos streamings a fase de Tony Martin no Black Sabbath. A fase é irregular, contém alguns bons momentos e outros nem tanto, porém vale a pena descobrir esta etapa pouco conhecida, nela temos grandes músicos como Bob Daisley, Eric Singer, Cozy Powell, Neil Murray entre outros. Vamos começar pela ordem cronológica e hoje vamos falar do “The Eternal Idol”. O disco foi lançado em 1987, marca uma nova fase na trajetória do Black Sabbath, sendo o primeiro álbum com Tony Martin como vocalista. Este disco, embora muitas vezes subestimado, apresenta uma mistura interessante de sonoridades clássicas da banda com elementos renovados. Tony Martin trouxe uma nova energia e potência aos vocais do Black Sabbath. Sua voz é forte e melódica, lembrando às vezes a de Dio, mas com sua própria identidade. Aqui, Tony Iommi, continua a entregar riffs pesados e memoráveis. As músicas mantêm a essência sombria e pesada característica do Sabbath, porém com uma produção polida e moderna, realizada por Jeff Glixman, permitiu que cada instrumento tenha seu espaço, resultando em um som denso porém equilibrado. Os destaques vão para a música de abertura “The Shining” que mostra as habilidades vocais de Martin e os teclados pulsantes de Nicholls, para “Glory Ride” que tem uma pegada a lá Whitesnake, “Scarlet Pimpernel”, uma instrumental bem legal, com teclados sinistros e uma duração que não a deixa enfadonha e para “Eternal Idol” a música que mais se parece com o Black Sabbath das antigas. Um dos desafios deste álbum é a constante comparação com os discos clássicos da era Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio, para muitos ele parece menos inspirado. Na época do lançamento ficou a dúvida da continuidade da banda e foi um tremendo fracasso de vendas. “The Eternal Idol” é um álbum que merece ser reavaliado com o tempo. Embora não esteja à altura dos maiores clássicos da banda, apresenta bons momentos e uma nova dinâmica que revitalizou o Black Sabbath na segunda metade dos anos 80. A capa apresenta uma recriação da escultura chamada “Idole Eternelle de Auguste Rodin, os modelos foram pintados com spray dourado e logo no final da seção de fotos foram imediatamente encaminhados para um hospital com intoxicação pela tinta.

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